a balada do rio
turvo, turvo, ele se rasteja
nadando e nadando
e nadando
e nadando
e nad ando
além de seu lar
nas florestas azuis
de nsas na chuva
a chuva atlântica
a chuva boa
a chuva sem d
isgraça
como as o
utras
que se espalham no s
ertão
entre grunhidos e guturais
entre gemidos e uivos
entre gemidos e uivos
na calada noite
se queima o desumano
animalesco
kafkaniano
um grito emergindo da
lagoa
para atiçar os generas
rio, rio
rio, corre
corre entre rio
e entre rio corre
o rio, corre sim?
não, corre não
mas corre rio
corre como rio
nasce como rio
sangra como rio
logo é rio
rio de coca-cola
direto de shibuya
por chehkov e os
bitous.
rio, rio
nasce com o sol
amanhece e desperta
pelo amanecher do homem,
dando um gemido ds fúria e flustração
pors a 'chaça erminou
e a chaca rminou
é a chca minoh
caih o xão
antado iano
omo galo
cocoricó
cocoricó
a buceta do rio
jorrando lágrimas
modernas de dor
paixão sem amor
uma tão bela flor
mas superficial
nada de especial
mas canta-me rio
cante sobre aquele
rio que é tão
e é bastante
pexe, pexe
nada, morre
nasce, descendo
shkwlasnsbwuakzksj
jskaksnsnsalkxslldkskaklalzsmskls
turvo, turvo, ele ra
steja
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